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Mercado de juros futuros tem poucas movimentações à espera de IPCA

O mercado de juros futuros experimentou uma dia "parado" nesta sexta-feira, com investidores chegando ao fim da semana com posições ajustadas antes da divulgação de importantes leituras de preços nos próximos dias. As taxas, no entanto, acumulam queda desde a sexta-feira passada, pressionadas pela melhora da percepção de risco após a vitória do presidente Michel Temer em votação na Câmara dos Deputados.


A decisão dos parlamentares de barrar o encaminhamento da denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) deu novo gás à perspectiva de reformas, necessárias para a queda do juro estrutural - movimento que abre espaço para Selic sustentavelmente mais baixa.


O "trade" de política monetária poderá ser influenciado na semana que vem pelas divulgações de IGP-DI e IPCA - ambos de julho. O Goldman Sachs espera deflação de 0,40% para o IGP-DI (-0,96% na leitura de junho) e alta de 0,18% do IPCA, após taxa de -0,23% em junho.


O UBS também prevê IPCA em terreno positivo, em 0,20%, devido a aumentos sazonais na conta de energia elétrica e ao primeiro impacto da elevação de impostos sobre combustíveis. O banco espera aceleração ainda mais forte do índice em agosto. "Porém, a perspectiva macro continua a mesma: inflação corrente devendo ficar abaixo da meta", afirma o UBS, que espera IPCA de 3,7% em 2017.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2018 tinha taxa de 8,190% (8,185% no ajuste anterior). O DI janeiro/2019 subia a 7,990% (7,960% no ajuste anterior). O DI janeiro/2021 mostrava 9,140% (9,150% no ajuste anterior). E o DI janeiro/2023 caía para 9,700% (9,720% no ajuste anterior).

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