Com volume baixo, juros futuros curtos ficam perto da estabilidade

Numa segunda-feira de volume de negócios mais fraco que o usual, os juros futuros curtos ficaram em torno da estabilidade, enquanto os longos registraram alta.


Investidores viram poucos motivos para continuar na venda de DIs de vencimentos mais dilatados - associados às expectativas para as contas públicas. O debate sobre possível revisão da meta de déficit primário deste ano segue na pauta. Hoje, o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, admitiu que a frustração das receitas exige reavaliação sobre a meta, atualmente de R$ 139 bilhões.


Entre as taxas mais curtas, as movimentações limitadas refletiram um mercado à espera de dados de inflação nesta semana. Amanhã, a FGV reporta o IGP-DI de julho, que antecede a divulgação na quarta-feira do IPCA do mês passado. O mercado espera menor deflação para o IGP-DI e inflação de 0,16% para o IPCA, segundo a pesquisa Focus do Banco Central conhecida nesta segunda.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2018 tinha taxa de 8,190% (8,185% no ajuste anterior). O DI janeiro/2019 subia a 8,030% (7,990% no último ajuste).


O DI janeiro/2021 avançava a 9,220% (9,160% no ajuste anterior). E o DI janeiro/2023 alcançava 9,770% (9,720% no último ajuste).


Pouco menos de 606 mil contratos de DI foram negociados até as 16h28, o que deixa o giro desta segunda-feira a caminho de se tornar o menor desde 4 de julho, quando apenas 493.965 ativos foram transacionados.

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