Inflação pelo IPC-S desacelera na terceira prévia de agosto

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou na terceira quadrissemana de agosto para 0,33%, de 0,40% na medição anterior.


No período, cinco dos oito grupos pesquisados pela Fundação Getulio Vargas tiveram taxas mais comportadas, contribuindo para o recuo da inflação. A principal influência foi de alimentação, que teve queda de 0,54%, após recuar 0,28% na segunda semana do mês. Hortaliças e legumes puxaram a redução das despesas (de +1,18% para -3,72%).


O conjunto de gastos com habitação ? segunda taxa mais elevada na apuração ? também perdeu força na terceira semana de agosto. Com a desaceleração da tarifa de eletricidade residencial (de 3,73% para 2,57%), o grupo passou de 0,65% para 0,47%.


Subiram menos os preços com comunicação (0,44% para 0,24%), saúde e cuidados pessoais (0,35% para 0,32%) e despesas diversas (0,14% para 0,12%).


A desaceleração do IPC-S só não foi maior por conta dos gastos com transporte, que subiram de 1,55% para 1,84%, novamente impulsionados pelos combustíveis. Individualmente, gasolina e etanol aparecem entre os produtos que mais encareceram na terceira semana do mês, ao subir de 7,80% para 8,62% e de 5,80% para 7,20%, respectivamente.


Também pressionaram o IPC-s os grupos vestuário (-0,49% para -0,38%) e educação, leitura e recreação (0,09% para 0,11%). Neste último, destaca-se o item passagens aéreas, que apesar de ainda estar negativo, caiu menos (-2,92% para -1,03%).

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