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Dólar e juros futuros têm viés de alta com pressão do exterior

O dólar inicia os negócios desta terça-feira em viés de alta. A direção da moeda é atribuída, em boa parte, ao sinal vindo do exterior, onde as principais divisas emergentes perdem terreno. O resultado da produção industrial de agosto, que veio abaixo do esperado, também alimenta o cenário menos favorável para os ativos locais.


Os investidores consideram ainda a notícia de que o Tesouro Nacional concedeu mandato para a emissão e recompra de bônus da República denominados em dólares. Operadores do mercado de renda fixa e câmbio apontam numa leitura inicial que pode ter efeito positivo para os ativos. Isso porque reforçaria o fluxo de entrada de recursos para o país.


O título a ser emitido terá vencimento em 13 de janeiro de 2028. Já os títulos a serem recomprados têm vencimentos que variam de 2019 a 2030. Segundo o Tesouro Nacional, o objetivo da operação é melhorar a eficiência da curva denominada em dólares. Não foi anunciado quanto pretende recomprar nem de quanto será a emissão do novo título de dez anos.


Às 10h09, o dólar comercial avançava 0,13%, a R$ 3,1586.


O contrato futuro para novembro, por sua vez, era cotado a R$ 3,1750, em alta de 0,22%.


Na renda fixa, o DI janeiro/2021 subia a 8,820% (8,770% no ajuste anterior).Entre os vértices mais curtos, o DI janeiro/2018 era negociado a 7,476% (7,484% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2019 marcava 7,280% (7,250% no ajuste anterior).

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