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Dólar tem maior alta em uma semana, puxado por movimento global

A força do dólar em todo o mundo se estendeu ao Brasil nesta quinta-feira, o que levou a moeda a quebrar uma sequência de cinco quedas. No fechamento, o dólar comercial subiu 0,68%, a R$ 3,1537. É a maior valorização desde 27 de setembro (0,88%), um dia antes do início da série de baixas na qual a cotação acumulou perdas de 1,92%. Nesse período, o real teve o melhor desempenho numa lista de dez divisas emergentes.


Os ganhos internamente e no mundo foram ditados por renovadas expectativas de que o Federal Reserve (Fed, BC americano) possa voltar a subir os juros ainda neste ano. Essa perspectiva tem sido amparada mais e mais por um conjunto de indicadores econômicos melhores que o esperado e fortalecida por comentários de integrantes do Fed.


O presidente do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, disse à "CNBC" ainda esperar elevação de juros em dezembro. E o presidente do Fed de San Francisco, John Williams, afirmou que não é necessário aumento da inflação para novas altas das taxas de juros.


Nesta quinta-feira , serão divulgados os dados do "payroll", relatório do mercado de trabalho americano. Devido aos efeitos dos furacões, são esperados números mais fracos, mas, se novamente os dados surpreenderem investidores, podem ampliar apostas a favor de juros mais altos, o que daria novo impulso ao dólar.

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