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Juros futuros médios e longos sobem, com cena externa de maior cautela

Os juros futuros de médio e longo prazos voltaram a subir nesta quarta-feira, dando sequência ao movimento recente que, segundo operadores, ainda tem origem no ambiente internacional de maior cautela.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2019 operava estável, a 7,270% ao ano. O DI janeiro/2020 subia a 8,450% (8,390% no último ajuste). O DI janeiro/2021 ia a 9,270% (9,180% no ajuste de ontem).


E o DI janeiro/2023 tinha taxa de 9,990% (9,890% no ajuste anterior). Na máxima, foi a 10,060%, pico desde 22 de agosto (10,130%).


No Brasil, a "ressaca" após a votação, pela Câmara, de denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) também gera sensação de que as negociações sobre a reforma da Previdência podem continuar lentas, com a possibilidade de não ser votada no ano que vem, que é eleitoral.


Há percepção ainda que os fluxos à renda fixa não têm sido suficientes para aliviar os níveis de taxa. O fluxo estrangeiro, por exemplo, deu sinais de maior cautela para os mercados emergentes como um todo, após a recente alta dos "yields" (retorno aos investidores) dos Treasuries - título do Tesouro americano.

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