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Eletrobras diz que ainda avalia contratar bancos para captação externa

A Eletrobras informou na noite de ontem (7), em resposta a um ofício enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que não assinou nenhum documento, até o momento, para captar recursos no mercado internacional em 2018, mas que avalia a possibilidade como parte do Plano Diretor de Negóciose Gestão (PDNG), que visa diminuir sua alavancagem.


O ofício foi enviado após o jornal "O Estado de S. Paulo" informar que a Eletrobras estuda realizar uma captação externa no começo do ano que vem e que contratou os bancos Bradesco e Bank of America Merril Lynch (BofA) para conduzir o processo.


"A companhia vem estrategicamente avaliando diversas iniciativas e janelas deoportunidade, que poderão contribuir para o atingimento das metas estabelecidas noreferido PDNG, dentre elas, a possibilidade de novas captações de recursos para quitaçãoou gestão de dívidas da companhia contratadas", diz a Eletrobras no ofício.


A estatal também respondeu a outro ofício da CVM para esclarecer uma reportagem da revista Veja que diz que o custo para a contratação do escritório de advocacia Hogan Lovells, responsável pela investigação interna sobre supostos desvios de recursos, tenha atingido R$ 400 milhões.


Segundo a companhia, o montante seria de R$ 340 milhões e se refere a despesas acumuladas entre 2015 e o terceiro trimestre de 2017. Além disso, as despesas incluem não somente o escritório Hogan Lovells e seus subcontratados, mas também os honorários de outros membros da Comissão Independente de Gestão daInvestigação (CIGI), dos auditores independentes.

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