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Juros futuros longos recuam, mas cenário ainda é de cautela

Os juros futuros tiveram um alívio moderado nesta sexta-feira, numa semana que ficou marcada pelo adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro.A queda das taxas mais longas reflete basicamente um ajuste técnico, amparado também pelo dólar mais fraco.


Mas o cenário continua repleto de incertezas, principalmente relativas à capacidade do governo de conseguir passar a reforma em ano eleitoral, quando a volatilidade tende a aumentar.


E a próxima semana, a que antecede o Natal, não deixará de ser agitada em termos de eventos macroeconômicos. Além do IBC-Br - indicador de atividade do BC - de outubro (segunda-feira), os mercados conhecerão o conteúdo do Relatório Trimestral de Inflação (RTI, na quinta-feira), mesmo dia da divulgação do IPCA-15 de dezembro, de acordo com informações do banco de investimentos Haitong do Brasil.


A instituição acredita que o cenário segue voltado para mais um corte de 0,25 ponto percentual da Selic em fevereiro, que representaria o fim do ciclo de afrouxamento monetário, com a Selic terminando 2018 a 6,75% ao ano.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2019 operava estável, a 6,940%.O DI janeiro/2020 cedia a 8,280% (8,340% no ajuste anterior).O DI janeiro/2021 recuava a 9,290% (9,340% no ajuste anterior).E o DI janeiro/2023 caía para 10,220% (10,250% no ajuste anterior).

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