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Gilmar Mendes concede prisão domiciliar a Adriana Ancelmo

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permitiu a saída do presídio de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB). De acordo com a decisão, ela deixará a penitenciária de Benfica e voltará a cumprir prisão domiciliar.


Gilmar cita decisões anteriores do Supremo em que foram concedidos habeas corpus a mulheres "com filho na faixa dos onze anos de idade, presa em conjunto com o pai das crianças", caso também de Adriana. "A prisão do pai reforça a imprescindibilidade da mãe para os cuidados dos filhos. A condição social das mães ou mulheres grávidas não é relevante. No presente caso, a condição financeira privilegiada da paciente não pode ser usada em seu desfavor", assinalou o relator.


Adriana cumpria prisão domiciliar desde março, mas foi levada para a penitenciária em novembro, depois que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu que a ex-primeira dama do Rio deveria voltar a cumprir regime fechado.


Ela foi condenada a 18 anos e 3 meses de prisão por associação criminosa e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Calicute.


"Observo que o crime supostamente praticado pela paciente, muito embora grave, não envolve violência ou grave ameaça à pessoa. A paciente esteve por meses em prisão domiciliar, sem violar as regras estabelecidas pelo Juízo. A sentença reconheceu a desnecessidade de um regime mais rigoroso", justificou o ministro.

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