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Juros futuros caem com giro de negócios 50% menor que a média

A última terça-feira do ano foi de queda nas taxas de DI, porém, em mais um dia de volume de negócios bem abaixo da média. Menos de 547 mil contratos foram negociados até o momento, metade da média do mês.


Analistas não chamaram atenção para um fator específico a direcionar os juros para baixo, mas lembraram o ambiente externo tranquilo, a ausência de notícias negativas no plano doméstico e algumas apostas de oportunidade na ponta de venda diante dos elevados prêmios de risco ainda embutidos nos contratos de DI.


Além disso, as estimativas trazidas pela Focus corroboram cenário de inflação comportada, o que alimenta expectativas de que o Banco Central tenha mais tranquilidade para manter os juros estáveis ao longo do ano que vem, apesar da volatilidade esperada por causa das eleições presidenciais.


A projeção para o IPCA de 2018 caiu de 4% para 3,96%, enquanto a inflação esperada para 2019 se manteve no centro da meta (4,25%), considerando a mediana das estimativas. Já a Selic projetada para o fim de 2018 recuou de 7% para 6,75%.


Nesta terça-feira, a Selic média embutida nos contratos de DI para o primeiro trimestre de 2019 caía 10 pontos-base, para 8,28%.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2019 caía 4 pontos-base, para 6,870% ao ano.


O DI janeiro/2020 cedia 7 pontos-base, para 8,110%.


O DI janeiro/2021 recuava 8 pontos-base, para 9,130%.


E o DI janeiro/2023 tinha queda de 9 pontos-base, para 10,050%.

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