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Juros futuros voltam a registrar queda

Os juros futuros voltaram a fechar a sessão em baixa. Sem pressões inflacionárias no horizonte e com a perspectiva de continuidade do fluxo global para emergentes, investidores aproveitaram para aplicar, especialmente em taxas mais longas, aquelas que oferecem retornos mais atrativos neste momento.


Como resultado desse movimento, a diferença entre o contrato para janeiro/2019 e o janeiro/2023, por exemplo, encerrou a sessão em 2,985 pontos, de 2,995 pontos ontem.


No encerramento do pregão regular, o DI janeiro/2019 tinha taxa de 6,785%, de 6,805% no ajuste de ontem. O DI janeiro/2021 ia a 8,86%, de 8,88%. E DI janeiro/2023 era negociado a 9,76%, de 9,80%.


Segundo profissionais, depois dos ajustes feitos pelo mercado no fim do ano passado, diante do adiamento da reforma da Previdência, o mercado ficou "mais leve" e pronto para ampliar exposição. "O mercado tirou do preço a reforma da Previdência", diz um operador.


Ao mesmo tempo, é crescente a expectativa sobre o julgamento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode torná-lo inelegível.


Como é a política o fator que pode trazer volatilidade aos preços dos ativos neste momento, a trégua nesse noticiário permite que investidores se exponham. Do lado da inflação, dizem os especialistas, as condições para novos cortes de juros e para a estabilidade da Selic por um período prolongado parecem colocadas.


Ontem, na Focus, as estimativas para o IPCA em 2018 permaneceram em 3,96%.

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