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Ibovespa cede à realização de lucros e volta aos 78 mil pontos

O Ibovespa deixou de lado por hoje a força que vinha mostrando há 11 pregões e cedeu a um movimento de correção, estimulado pelos investidores que aproveitaram a escalada recente dos ativos de bolsa para embolsar lucros.


O índice encerrou hoje com queda de 0,65%, aos 78.864 pontos, depois de tocar a mínima em 78.699 pontos. O volume negociado hoje foi de R$ 7,4 bilhões.


O movimento do Ibovespa se deu na contramão do exterior. As bolsas em Nova York estenderam as altas no dia, mas o impulso vindo de fora não foi suficiente para frear as vendas mais posicionadas e o movimento de acomodação do mercado local.


O principal índice brasileiro chegou ainda a renovar o recorde intradia em 79.415 pontos, mas não conseguiu sustentar a força até o fechamento com a correção pela qual passaram ativos de peso, como os bancos, que começaram a demonstrar piora mais perto do fechamento. No segundo maior giro do dia e com a maior peso no índice, o Itaú Unibanco PN recuou 1,09%, a R$ 44,59, mesma direção do Bradesco PN (-0,93%, a R$ 35,17) e Bradesco ON (-0,76%, a R$ 32,75).


Também no sentido negativo ficaram os papéis da Eletrobras, maior perda do dia e que também intensificaram quedas na reta final do pregão. A ON da estatal cedeu 3,97%, a R$ 17,65, enquanto a PNB recuou 4,23%, a R$ 20,40. Altamente voláteis, as ações da elétrica reagiram a uma onda de receios quanto ao avanço da privatização da empresa ainda este ano e também envolvendo as dificuldades na venda das distribuidoras da companhia.


No campo positivo, a CSN (+2,71%, a R$ 10,22) liderou as altas de hoje, em meio às expectativas de geração de caixa com a venda da fatia de 16,4% no capital social da Usiminas, conforme apurou o Valor. A valorização do papel também continua ocorrendo no contexto das boas perspectivas para o setor siderúrgico, com os reajustes recentes anunciados para o preço do aço.


Entre as blue chips da bolsa, a Petrobras zerou altas e fechou estável: a PN ficou cotada a R$ 17,03, enquanto a ON, na mesma dinâmica, encerrou em R$ 18,12. A Vale ON cedeu 0,37%, a R$ 43,07, mas mesmo assim demonstra força o suficiente para se manter no maior nível desde 28 de abril de 2008, quando estava em R$ 43,17.

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