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Dólar e juros sobem aos maiores níveis desde o início do ano

06/02/2018 11h05

Os mercados brasileiros de câmbio e juros voltam a operar sob pressão após a onda de vendas que tomou as bolsas de Nova York. A despeito de um sinal mais ameno dos pares emergentes, a moeda brasileira perde terreno ante o dólar enquanto os juros futuros apontam para cima.


Por volta das 10 horas, o dólar comercial subia 0,85%, cotado a R$ 3,2744. Na máxima, avançou até R$ 3,2759, sendo este o nível intradia mais elevado desde a sessão de 2 de janeiro, quando tocou R$ 3,2970.


Hoje, a moeda brasileira tem o pior desempenho entre as principais divisas globais, com alguma distância para o próximo da lista, o franco suíço, que se desvaloriza quase 0,30%. Vale apontar que, por ora, as principais moedas emergentes, a exemplo do peso mexicano e o rublo russo, ganham terreno ante o dólar.


No Brasil, o contrato futuro de dólar para março tem alta mais contida, com avanço de 0,34%, a R$ 3,2825. A diferença da variação com o mercado à vista ocorre porque o segmento futuro, que fecha mais tarde, captou mais a movimentação ontem da onda de vendas de Nova York.


O ambiente no exterior também dá sinais de que o pregão não tende a ser tranquilo, nem de uma recuperação linear.


Voltando aos ativos locais, os juros futuros operavam em alta, em linha com o movimento no câmbio. O DI janeiro/2021 subia a 9,010% (8,940% no ajuste anterior), sendo superado apenas pelo nível intradia de 9,050% de 2 de janeiro.


Entre vencimentos um pouco mais longos, o DI janeiro/2023 aumentava a 9,740% (9,660% no ajuste anterior).

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