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Aldemir Bendine é condenado a 11 anos na Lava-Jato

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi condenado a 11 anos de prisão em regime fechado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi do juiz federal Sergio Moro, titular das ações penais da Lava-Jato relativas ao esquema de corrupção e desvios na Petrobras.


Bendine foi acusado de receber R$ 3 milhões da Odebrecht em 2015. Na sentença, Moro ressaltou que Bendine "assumiu o cargo de presidente da Petrobras em meio a um escândalo de corrupção e com a expectativa de que solucionasse os problemas existentes". Ele foi nomeado pela então presidente Dilma Rousseff, em substituição a Graça Foster.


O executivo foi acusado de exigir R$ 17 milhões em propinas da Odebrecht e acabou recebendo R$ 3 milhões, divididos em três parcelas de R$ 1 milhão, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF).


O recebimento de propinas ocorreu entre junho e julho de 2015, quando Bendine já comandava a Petrobras, afirma o MPF na denúncia. Em troca, ele teria atuado para garantir interesses da Odebrecht na petrolífera.


O executivo está preso preventivamente desde 7 de julho de 2017 em Curitiba.


Bendine presidiu o Banco do Brasil de 17 de abril de 2009 a 6 de fevereiro de 2015 e foi presidente da Petrobras de 6 de fevereiro de 2015 até 30 de maio de 2016.

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