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Comércio do Rio espera alta de 1% nas vendas para Páscoa, afirma CDL

13/03/2018 12h51

Animado com a diversificação da troca de presentes na Páscoa além do chocolate, que vem aumentando a cada ano, o comércio carioca estima alta de 1% nas vendas depois da queda de 0,5% no mesmo período do ano passado, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) com 500 lojistas da capital fluminense.

O preço médio dos presentes da data, "considerada um verdadeiro Natal para as lojas especializadas em chocolate", deve ficar em torno de R$ 100 para 65,5% dos lojistas ouvidos. Para 23,6%, o tíquete médio deve alcançar a faixa até R$ 200. Para 8,2%, vai até R$ 260 e, para 2,7%, será acima de R$ 270.

A pesquisa buscou informações sobre estoque, produtos, promoções e perspectivas de vendas, e contou com a participação de empresários dos setores de brinquedos, vestuário, calçados e bolsas, papelaria, perfumaria e cosméticos, joias e bijuteria, eletrodomésticos, utensílios para o lar e telefones celulares.

Segundo o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, a Páscoa tem virado motivo de aposta do comério em geral, com a oferta de outros produtos como bichos de pelúcia, brinquedos, jogos eletrônicos, cartões criativos e kits montados nas papelarias ao gosto do cliente, além de roupas, joias e bijuterias, entre outros artigos.

"Essa mudança se deu em razão de dois fatores: por ser uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na data para seduzir os consumidores, assim o comércio está direcionando seu foco nesta época, não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados", afirma o dirigente em comunicado.

De acordo com a pesquisa os lojistas estão preparados para atender o consumidor que não quer apenas dar de presente ovos de chocolate: 68,2% acreditam em aumento de 1% nas vendas; 24,5% em crescimento de 4% e para 7,3% estabilidade.

A pesquisa mostra, no entanto, que apenas 23,5% dos lojistas contrataram temporários para as funções de vendedor, caixa, promotor de vendas, demonstrador e repositor para a data. Desses, 15% disseram que pretendem contratar, mas que isso depende do comportamento das vendas diante da crise que o comércio atravessa, principalmente no Rio de Janeiro.

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