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Juros curtos se ajustam em alta após sinalização do Copom

Os juros futuros de curto prazo se ajustam em leve alta na manhã desta terça-feira, após a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento reiterou que a taxa básica de juros, a Selic, deve ser cortada em maio, aposta já majoritária no mercado. Por outro lado, na avaliação de especialistas, reduziu a chance de outro movimento residual em junho.

Com a sinalização do Copom, o mercado corrige as apostas mais otimistas para a trajetória de queda da Selic. Sinal disso é o avanço nas taxas dos contratos de DI mais afetados pela política monetária. O DI janeiro de 2019 subia 2 pontos-base, a 6,235%, por volta das 10 horas, enquanto o DI janeiro de 2020 avançava para 7,080%.

Na ata, foi reforçada a mensagem de que o ciclo tende a ser interrompido após o corte da Selic em maio. Sobre os próximos passos, o documento apontou que o comitê pode precisar de algum tempo para avaliar a evolução da economia e sua reação aos estímulos monetários já implementados, tendo em vista o horizonte relevante naquele momento. Isso se deve aos riscos que a economia enfrenta e a incerteza quanto às defasagens na transmissão da política monetária.

Como a interrupção do ciclo se torna iminente, os agentes financeiros também buscam aplicações mais rentáveis, como é o caso de juros mais longos.

O DI janeiro/2021 operava a 7,970%. Já o DI janeiro/2023 se situava a 8,950% (8,960% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 recuava a 9,450% (9,460% no ajuste anterior).

No mercado de câmbio, o dólar marcava R$ 3,3172, avanço de 0,40%. O dólar para abril estava a R$ 3,320, elevação de 0,27%.

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