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IBGE: Produção industrial cresce em apenas 6 de 15 locais em fevereiro

11/04/2018 09h32

A produção da indústria brasileira cresceu em apenas seis dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro, na comparação com o mês anterior, conforme levantamento divulgado nesta quarta-feira.

A principal variação positiva frente a janeiro ocorreu no Paraná, com crescimento de 3,3% da produção, eliminando, desta forma, parte da queda de 4,2% registrada no mês anterior.

Outro destaque positivo foi a região Nordeste, com alta de 2,6%, após acumular baixa de 2,9% desde setembro de 2017. Também tiveram aumento na produção, frente a janeiro, os Estados de Pernambuco (1,3%), Rio de Janeiro (1,2%), Santa Catarina (0,9%) e Bahia (0,9%).

No lado das quedas de produção, o destaque foi o Estado do Pará (-10,9%), que havia subido 6,1% no mês anterior. Também tiveram quedas expressivas Amazonas (-5,9%), Minas Gerais (-2,8%), Espírito Santo (-1,1%), Ceará (-0,7%), São Paulo (-0,5%) e Rio Grande do Sul (-0,1%).

Pela primeira vez, a pesquisa divulga os resultados do Estado do Mato Grosso pela série dessazonalizada, o que foi possível com a atualização do modelo de ajuste sazonal do IBGE. A produção local recuou 4,4% frente a janeiro.

Na passagem de janeiro para fevereiro, a produção industrial do país registrou alta de 0,2%, como o divulgado na semana passada.

Comparação anual

Quando comparado ao mesmo período de 2017, houve alta em nove dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. Nessa base de comparação, a produção do setor apresentou crescimento de 2,8% pela média nacional, décima taxa positiva consecutiva.

No confronto a igual mês do ano passado, o destaque positivo ficou para a alta da produção no Amazonas, de 16,2%, impulsionada, principalmente, pelos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.

A produção também cresceu Santa Catarina (6,2%), Pernambuco (5%), São Paulo (4,8%), Bahia (3,2%) e Rio de Janeiro (3%). As demais áreas pesquisadas em alta são Ceará (2,8%), Nordeste (2,4%) e Rio Grande do Sul (0,3%).

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