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Inflação dos idosos abranda e fica em 0,89% no 1º trimestre de 2018

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no primeiro trimestre de 2018 aumento de 0,89%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Nos três últimos meses de 2017, o indicador havia subido 1,18%.

No mesmo período, o IPC-Br, índice nacional e sem distinção por grupo específico de consumidores, registrou inflação de 1,03%. No acumulado em 12 meses, no entanto, o IPC-3i mostrou alta de 3,30% contra 2,76% do IPC-Br.

Na passagem do último trimestre de 2017 para os três primeiros meses deste ano, das oito classes de despesa avaliadas, a principal contribuição partiu do grupo Habitação, que deixou elevação de 1,21% para 0,07%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial (+4,14% para -2,05%).

Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i entre uma medição e outra Transportes (2,51% para 1,61%), Educação, Leitura e Recreação (1,11% para 0,73%), Comunicação (0,20% para -0,13%) e Despesas Diversas (0,65% para 0,62%). Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens tarifa de táxi (9,68% para -6,79%), excursão e tour (5,55% para -1,65%), mensalidade pata TV por assinatura (4,08% para -0,42%) e cigarros (1,23% para -0,24%), respectivamente.

Em contrapartida, subiram mais Alimentação (0,45% para 1,41%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,47% para 1,59%). Por sua vez, Vestuário abrandou o ritmo de queda (-0,07% para -0,02%).

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