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Juros futuros têm queda com exterior mais ameno

11/05/2018 10h53

Os juros futuros voltam a operar em tom positivo na manhã desta sexta-feira, dando sequência à melhora do dia anterior. As taxas operam em baixa moderada em boa parte dos vencimentos dos contratos de DI, embora o movimento seja limitado pela retomada do avanço do dólar, agora a R$ 3,56.

O recuo das taxas fica um pouco mais evidente em vencimentos intermediários, como as taxas com prazo de dois e três anos, que vinham sendo pressionados pela aversão ao risco no exterior e a depreciação do real. Assim como ontem, o ambiente externo está um pouco mais ameno.

O DI janeiro de 2020 cedia a 7,170% (7,220% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2021 recuava a 8,200 (8,260% no ajuste anterior).

Taxas ainda mais curtas operam perto da estabilidade, à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa majoritária ainda é de corte da taxa básica de juros no anúncio da quarta-feira que vem, apesar das dúvidas no mercado sobre o efeito da depreciação do câmbio na trajetória da Selic. Por volta das 10h50, o DI janeiro/2019 estava em 6,260%, mesmo nível do ajuste anterior.

Para os prazos mais longos, as taxas até recuam, mas há sinais de alguma cautela para questões mais estruturais. A perspectiva de restrição de liquidez por causa do aperto monetário nos Estados Unidos acaba deixando os ativos de risco mais vulneráveis. Com isso, profissionais de mercado têm comentando que, domesticamente, as incertezas com a agenda de reformas e eleições voltam a marcar os preços.

O DI janeiro/2023 recuava a 9,380% (9,440% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 baixava a 9,880% (9,940% no ajuste anterior).

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