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Mercado tinha 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados, aponta IBGE

O país tinha 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados no primeiro trimestre deste ano, 1,2 milhão a mais do que nos três meses imediatamente anteriores, de acordo com dados complementares da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Subutilizado é um conceito que abrange três grupos de trabalhadores: os desempregados, os subocupados por insuficiência de horas (pessoas empregadas que gostariam de, e poderiam, trabalhar mais) e a chamada força de trabalho potencial (pessoas que não buscam emprego, mas estão disponíveis para trabalhar).

Segundo o IBGE, esse contingente de 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados correspondia a 24,7% da força de trabalho ampliada (que soma a força de trabalho e a força de trabalho potencial). Esse proporção é a chamada taxa de subutilização, que estava em 23,6% no quarto trimestre de 2017.

Uma abertura regional da pesquisa mostra que os piores indicadores estão nos Estados das regiões Norte e Nordeste, como Bahia (40,5%), Alagoas (38,2%) e Piauí (39,7%). Os menores índices ficam no Sul e no Sudeste, como Santa Catarina (10,8%).

No Estado de São Paulo, a taxa de subutilização é de 21%, ligeiramente acima da registrada no último trimestre de 2017 (20,4%).

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