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IGP-DI sobe para 1,64% em maio com combustíveis e luz mais caros

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 1,64% em maio, depois de aumentar 0,93% um mês antes, mostrou levantamento daFundação Getulio Vargas (FGV).Com o resultado, o índice acumula alta de 3,91% no ano e de 5,20% em 12 meses. Em maio de 2017, o índice havia caído 0,51% e acumulava alta de 1,07% em 12 meses.

Para o cálculo do IGP-DI foram comparados os preços coletados no período de 1 a 31 de maio com os preços coletados do período de 1 a 30 de abril, abrangendo, portanto, o período de paralisação dos caminhoneiros, nos últimos 11 dias de maio, que influenciou principalmente os preços de alimentos e do combustível para o consumidor.

Entre as maiores altas de preços de maio, destacaram-se cebola (43,63%), gasolina automotiva (13,25%), óleos combustíveis (14,10%), diesel (10,89%) e tarifa de energia residencial (3,94%).

Na passagem de abril para o mês seguinte, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou de 1,26% para 2,35%. Por estágios de processamento, Bens Finais subiram de 0,21% para 1,05%, refletindo, em especial, o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 3,05% para 8,92%.Bens Intermediários avançaram 3,30% em maio, contra 2% um mês antes. O principal responsável por esta aceleração foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (1,24% para 2,22%).Matérias-Primas Brutas registraram alta de 2,80% em maio, seguindo elevação de 1,68% um mês antes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou acréscimo de 0,41% em maio, ante 0,34% em abril. Das oito classes de despesa avaliadas, a principal influência veio do grupo Habitação (0,26% para 0,73%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,78% para 3,94%.

Por sua vez, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aumentou 0,23% em maio, menos do que um mês antes (0,29%). O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,39% enquanto aquele que representa o custo da Mão de Obra teve alta de 0,10%.

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