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Ibovespa segue pressionado e recua 2,5%, com Vale e Petrobras

08/06/2018 11h05

O alívio visto nos mercados de câmbio e juros não é verificado no Ibovespa, que segue em trajetória descendente e já opera na faixa de 71 mil pontos. Apesar de alguns papéis que foram mais castigados nos últimos dias mostrarem alguma recuperação, as blue chips (ações com maior liquidez) continuam no campo negativo.

Às 11h30, o Ibovespa recuava 2,87%, aos 71.764 pontos, após mínima de 72.213 pontos. O giro financeiro somava R$ 3,3bilhões até o momento.

O alívio visto nos mercados de câmbio e juros não é verificado no Ibovespa, que segue em trajetória descendente e já opera na faixa de 72 mil pontos. Apesar de alguns papéis que foram mais castigados nos últimos dias mostrarem alguma recuperação, as blue chips continuam no campo negativo.

Para Ari Santos, gerente da mesa de operações da H. Commcor, a redução do estresse no mercado de câmbio acaba sendo ofuscada pela percepção ainda ruim dos investidores quanto ao cenário político-econômico brasileiro e pelo tom negativo dos mercados acionários globais.

"Não saiu da cabeça de ninguém o clima político ruim e a falta de um candidato de consenso", diz. "Fora isso, ainda tem o receio de que os caminhoneiros possam parar novamente".

Após reunião com lideranças do movimento dos caminhoneiros, o ministro dos Transportes, Valter Casimiro, voltou atrás e disse ontem que a nova tabela de preço mínimo para o frete rodoviário será revogada. Há pouco, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, confirmou que está sendo feita uma negociação em torno do tabelamento dos fretes.

Nesse contexto, as blue chips operam no campo negativo: Petrobras ON (-4,60%), Petrobras PN (-3,93%), Itaú Unibanco PN (-2,14%), Bradesco PN (-3,57%) e Banco do Brasil ON (-4,48%) .

Contudo, o destaque negativo fica com Vale ON, que recua 4,8% ? é o papel de maior peso na composição do Ibovespa. As ações da mineradora reagem à queda do dólar, que volta à faixa de R$ 3,80, assim como outras companhias exportadoras, como Suzano ON (-4,11%), Fibria ON (-2,68%) e Embraer ON (-3,68%).

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