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Ibovespa perde força com bancos e Petrobras e oscila

O Ibovespa ameaçou uma recuperação nesta tarde com a oportunidade de preços aberta após cinco sessões no campo negativo, mas volta a dar sinais de cansaço e oscila entre pequena alta e quedas.

Às 16h10, o índice subia 0,29%, aos 72.521 pontos, mas já operou acima dos 73 mil e e também no campo negativo.

A pressão maior sobre o índice vem das ações dos bancos e da Petrobras, que, mesmo depois de sucessivos tombos, continuam refletindo a maior percepção de risco com o Brasil. Operadores notam que o índice já corrigiu boa parte das assimetrias entre a realidade e as expectativas do mercado com a economia, mas, mesmo assim, o investidor não vê segurança em ampliar posições em bolsa.

Com isso, Bradesco ON (-1,75%), Bradesco PN (-0,96%), Itaú Unibanco (-0,53%), Petrobras ON (-1,52%) e Petrobras PN (-0,84%) ampliam perdas nesta tarde. Tratam-se de papéis líquidos e, portanto, utilizados para dar vazão à saída do investidor, ao mesmo tempo em que têm importante peso na bolsa. O ativo que garante que as perdas não sejam maiores hoje é a Vale (+0,85%).

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