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CNC vê impacto limitado da greve e aumenta previsão do varejo em 2018

Os impactos negativos da greve dos caminhoneiros sobre o volume de vendas do varejo devem se limitar aos meses de maio e junho, sem comprometer a tendência de crescimento do setor neste ano, afirmou nesta quarta-feira (13) o economista-chefe interino da Confederação Nacional do Comércio (CNC),Fábio Bentes.

Conforme dados divulgados hoje pelo IBGE, as vendas do varejo restrito ? que as atividades de automóveis e materiais de construção ? tiveram um crescimento real de 1% em abril, na comparação a maio, já descontados os efeitos sazonais. O resultado ficou acima da expectativa de analistas.

De acordo com a CNC, os números mostram que as vendas do varejo continuam emitindo sinais de recuperação no curto prazo. Bentes afirma que a inflação ainda baixa e a queda nas taxas de juros contribuem para isso. Desta forma, a CNC revisou sua projeção de crescimento do varejo ampliado de 4,7% para 5% neste ano.

"Apesar dos efeitos, das paralisações ocorridas em maio, a CNC percebe esses impactos limitados às condições de consumo mais favoráveis ainda se encontram preservadas", escreveu o economista, acrescentando que o comércio foi ainda "impactado pela reação mais significativa do mercado formal de trabalho".

No documento, a CNC destacou o desempenho positivo em abril dos ramos de informática e comunicação (+4,8%) e de combustíveis e lubrificantes (+3,4%). Segundo a entidade, a queda no preço do etanol em abril (-2,73% frente a março) promoveu uma trégua nas variações de preços dos combustíveis no IPCA daquele mês.

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