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03/07/2009 - 12h10

Maior parte dos brasileiros crê em melhora das finanças pessoais em 12 meses

SÃO PAULO - Os brasileiros, junto com os colombianos, são os mais otimistas da América Latina no que diz respeito à melhora da situação das finanças pessoais nos próximos 12 meses, segundo revela pesquisa realizada pela Nielsen e divulgada nesta sexta-feira (3).

Por aqui, 57% das pessoas acreditam que a situação das finanças pessoais estará boa (51%) ou excelente (6%), assim como 58% dos colombianos. O número de brasileiros que acreditam que a situação não estará tão boa em um ano é de 29% e dos que pensam que estará ruim, de 11%.

América Latina

No geral, na parte latina do continente americano, o número de pessoas que acreditam na melhora das finanças pessoais em um ano é de 51%, sendo 46% dizendo que ela estará boa e 5%, excelente.

O percentual dos que pensam que ela não estará tão boa é de 37% e dos que acreditam que ela estará ruim, de 8%.

Os mais pessimistas do continente estão no Chile e no México. Nestes países, 57% e 52% da população, respectivamente, acredita que a situação das finanças estará ruim ou não tão boa nos próximo 12 meses.

Mundo

A maior parte da população mundial (55%) não acredita que a situação de suas finanças pessoais estará melhor nos próximos 12 meses.

De acordo com o estudo, 42% das pessoas apostam que sua situação financeira não estará tão boa em um ano e 13% dizem que estará ruim. Este último índice é 9 pontos percentuais maior do que o dos que acreditam que a situação estará excelente (4%). O número de pessoas que acreditam que a situação estará boa no decorrer do período proposto é de 38%.

Ainda segundo o levantamento, os asiáticos (58%) e os moradores da Europa Ocidental (59%) e Europa Oriental (58%) são os mais pessimistas. As pessoas que vivem no Oriente Médio/África (53%) por sua vez, são as mais otimistas.

Já os moradores da América Norte, no geral, estão pessimistas (49%), já que 38% da população acredita que a situação financeira não estará tão boa e 11% diz que estará ruim. Contudo, 42% das pessoas pensam que a situação das finanças pessoais estará boa.

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