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Carla Araújo

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Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Ministro minimiza exclusão de vídeo em que Bolsonaro come farofa

Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

e Hanrrikson de Andrade, do UOL em Brasília

31/01/2022 12h18Atualizada em 31/01/2022 13h25

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, minimizou o fato de ter excluído de suas contas um vídeo no qual o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece comendo farofa numa barraca de rua em Brasília.

Segundo o ministro, sua equipe resolveu fazer a publicação sem sua autorização e que eles só têm liberação para postarem "conteúdos que defendam as entregas do governo". O vídeo foi gravado pela equipe da presidência, que costuma repassar para as assessorias da Esplanada os conteúdos gerados por Bolsonaro.

Faria disse que não houve nenhuma estratégia de marketing político, e negou ter deletado o vídeo por supostamente ter havido uma repercussão negativa.

"Não foi jogada política, não fui eu que fiz o vídeo, até porque eu estava em Natal. E também não deletei porque teve repercussão negativa, apenas porque não passou por mim e porque foge dos posts de entregas e realizações que são postados sem minha autorização prévia", afirmou à coluna.

Fontes do governo afirmaram que o post teve uma repercussão dividida, metade de comentários positivos e a outra metade negativos.

O ministro afirmou que pessoalmente não tem nada "contra ou a favor do vídeo", mas que, como sua equipe postou sem autorização, achou melhor apagar.

"Ontem estava 'off' em Natal e subiram alguns posts que eu só vi no final da tarde pedi que deletassem. Foram dois vídeos deletados no dia de ontem. O outro foi no perfil [político do ministro] do RN que tinha um 'fakenews' piscando e também não gostei da forma e também pedi que deletassem", disse.