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Georgieva, do FMI, é diagnosticada com Covid-19 e tem sintomas leves

Chefe do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva - Ludovic Marin/Pool vía Reuters
Chefe do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva Imagem: Ludovic Marin/Pool vía Reuters

David Lawder

28/04/2022 16h22

WASHINGTON (Reuters) - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, foi diagnosticada com Covid-19 em teste, disse o FMI nesta quinta-feira, após uma maratona de reuniões na semana passada com líderes financeiros globais em Washington.

Em comunicado enviado por e-mail, o porta-voz do Fundo Gerry Rice afirmou que Georgieva "apresenta sintomas leves e está trabalhando remotamente enquanto se isola em casa".

O FMI disse que Georgieva, de 68 anos, está totalmente vacinada, inclusive com doses de reforço, e segue os protocolos padrão contra Covid-19 da instituição e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

Não ficou claro quando ou como Georgieva foi exposta ao vírus. Na semana passada, ela recebeu centenas de ministros das Finanças, autoridades de bancos centrais e outros formuladores de política monetária nas reuniões da primavera norte-americana do FMI e do Banco Mundial em Washington.

O evento, que durante os anos pré-pandemia atraía cerca de 10 mil participantes, desta vez foi realizado em um formato reduzido e híbrido, com apenas delegações de países e equipes de bancos e fundos reunidos pessoalmente na sede das instituições, perto da Casa Branca. Eventos de imprensa e fóruns da sociedade civil foram realizados online.

Mas Georgieva teve contato próximo com vários ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais, incluindo a ministra das Finanças canadense, Chrystia Freeland, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, e a ministra das Finanças da Indonésia, Sri Mulyani Indrawati. Georgieva comentou em seu perfil no Twitter sobre reuniões no sábado com a presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, e o presidente do banco central da Zâmbia, Denny Kalyalya.

Washington, encerrou a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados em 1º de março.

(Por David Lawder)

((Tradução Redação Brasília)) REUTERS VB JCG IV