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Carla Araújo


Carla Araújo

Brasil vai abrir algumas fronteiras aéreas, mas manterá restrição terrestre

Devido à crise do coronavírus, voos internacionais partem praticamente vazios - Getty Images
Devido à crise do coronavírus, voos internacionais partem praticamente vazios Imagem: Getty Images
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

29/07/2020 18h14

No dia em que bateu a marca de 90 mil mortes por conta do coronavírus, o governo federal está finalizando uma portaria interministerial que vai flexibilizar as fronteiras nacionais.

Em julho, o governo editou portaria para restringir a entrada de estrangeiros por 30 dias.

Segundo fontes do governo, a portaria vai prorrogar a restrição, por mais 30 dias, a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário. A portaria deve sair em breve no Diário Oficial da União.

O texto - que é assinado pelos ministros da Casa Civil, Braga Netto; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; da Saúde, Eduardo Pazuello; e Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, - não impede mais a entrada de estrangeiros no país por via aérea, desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados.

De acordo com a portaria, o passageiro estrangeiro que estiver em viagem de visita ao país para estada de até noventa dias deve apresentar comprovante de aquisição de seguro saúde válido no Brasil e com cobertura para todo o período da viagem.

Exceções

A portaria deve prever que voos internacionais que tenham como ponto de chegada os aeroportos dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rondônia, Rio Grande do Sul e Tocantins ainda seguirão proibidos.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

Carla Araújo