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Carla Araújo


Governo deve anunciar calendário da 3ª parcela do auxílio hoje à tarde

Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Cidadania é o responsável pela divulgação  - Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Cidadania é o responsável pela divulgação Imagem: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

25/06/2020 12h16Atualizada em 25/06/2020 21h09

Após a publicação desta coluna, o governo decidiu cancelar a entrevista coletiva em que anunciaria as medidas.

O governo deve anunciar na tarde desta quinta-feira (25) o calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial. Os detalhes devem ser apresentados em uma entrevista coletiva, prevista para as 17 horas, hoje, no Palácio do Planalto.

A informação foi confirmada pela assessoria do Ministério da Cidadania, comandado por Onyx Lorenzoni. A Cidadania é responsável pela divulgação do calendário, enquanto a Caixa efetua os pagamentos.

Em entrevista ontem, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que faltava apenas o aval do presidente Jair Bolsonaro para que o anúncio fosse feito.

Balanço

Na entrevista de hoje, o governo também deve apresentar um novo balanço com os números do programa.

Na semana passada, a Caixa informou que havia recebido 107,9 milhões de cadastros, entre Bolsa Família, Cadastro Único do governo federal e pessoas que fizeram o pedido via aplicativo ou site da Caixa.

Do total de cadastros, 106,3 milhões já haviam sido processados e 64,1 milhões estavam entre os considerados elegíveis, ou seja, aptos a receber o benefício. Outros 42,2 milhões não se enquadraram nos critérios previstos pela Lei nº 13.982.

Ainda no balanço anterior, havia cerca de 1,1 milhão na fase de reanálise e 1,5 milhão que estavam tendo o cadastro avaliado pela primeira vez.

Carla Araújo