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Carla Araújo


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Mudança em tributos estaduais e municipais só após as eleições, avalia Afif

Assessor confirmou que Guedes vai pessoalmente entregar proposta de reforma  - Ricardo Borges/UOL
Assessor confirmou que Guedes vai pessoalmente entregar proposta de reforma Imagem: Ricardo Borges/UOL
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

20/07/2020 19h00

As mudanças em tributos estaduais e municipais só devem avançar após as eleições, na avaliação do assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos.

"A discussão dos impostos federais tem mais condições de avançar agora. Já o que diz respeito a mudanças nos estados e municípios haverá muita discussão e deve ficar para um segundo momento", disse à coluna". "Creio que esse tema relacionado a estados e municípios só avança depois das eleições", completou.

Afif confirmou que amanhã o ministro Paulo Guedes (Economia) vai pessoalmente, às 14h30, ao Congresso enviar a primeira parte da proposta da reforma tributária, com a unificação do PIS e Cofins em sinalização de harmonia e respeito pelo legislativo, que vai comandar o andamento da pauta.

Nessa fase inicial, o governo vai enviar um projeto de lei que unifica o PIS e Confins num tributo que será chamado de IVA federal.

Segundo Afif, esse primeiro passo é uma espécie de "sinal de princípio de pagamento". "É uma espécie de plug onde eles poderão encaixar as propostas de IVA que já estão no Congresso", afirmou.

O secretário disse ainda que o restante das propostas tributárias do governo devem ser enviadas ao Congresso até o dia 15 de agosto.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

Carla Araújo