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Carla Araújo

Bolsonaro visita Pazuello e recebe cronograma de vacinas e estudos

Jair Bolsonaro e o general Eduardo Pazuello - Reprodução/Youtube
Jair Bolsonaro e o general Eduardo Pazuello Imagem: Reprodução/Youtube
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

26/10/2020 19h47

O presidente Jair Bolsonaro fez uma nova visita ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, que está no hotel onde mora em Brasília se recuperando do coronavírus. O compromisso não constava inicialmente na agenda de Bolsonaro.

Segundo a assessoria de comunicação de Pazuello, o ministro "fez apresentação detalhada sobre o status de desenvolvimento das vacinas contra o coronavírus e seus possíveis cronogramas".

Além disso, a pasta informou ao presidente que continua observando as mais de 200 iniciativas de vacinas em todo o mundo e acompanhando seus respectivos desenvolvimentos "para que, no momento certo, tenha o máximo de informações possível para tomar a decisão de aquisição, sempre tomando por base sua segurança e eficácia".

Nesta manhã, o presidente afirmou que criticou a judicialização sobre a obrigatoriedade da vacinação contra o novo coronavírus e disse que "isso não é uma questão de Justiça". "Isso é questão de saúde acima de tudo, não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina", disse a apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada.

Diversas ações já foram ajuizadas no STF (Supremo Tribunal Federal) para que a Corte avalie a imposiçaõ da vacinação e para obrigar o governo a comprar vacinas. Bolsonaro desautorizou Pazuello na semana passada ao anunciar que não vai comprar a "vacina chinesa do Dória", em referência ao governador de São Paulo, João Dória (PSDB), seu provável adversário na disputa eleitoral de 2022.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.