PUBLICIDADE
IPCA
0,47 Mai.2022
Topo

Receba os novos posts desta coluna no seu e-mail

Email inválido
Seu cadastro foi concluído!
reinaldo-azevedo

Reinaldo Azevedo

mauricio-stycer

Mauricio Stycer

josias-de-souza

Josias de Souza

jamil-chade

Jamil Chade

Carla Araújo

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Ciro Gomes quer ex-reitora da USP para vice, em caso de chapa puro-sangue

Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

31/05/2022 13h04

Pré-candidato à Presidência pelo PDT, o ex-governador Ciro Gomes oficialmente ainda tenta nutrir a esperança de que conquistará algum partido para sua aliança, mas nos bastidores da sua pré-campanha já está em discussão a possibilidade da criação de uma chapa puro-sangue, ou seja, com um candidato a vice também do PDT.

Neste caso, o nome preferido de Ciro e que também tem o apoio do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, é o da ex-reitora da USP, Suely Vilela. As informações foram antecipadas no podcast do UOL, o Radar as Eleições.

A professora, que comandou a USP entre de 2006 e 2009, se filiou ao PDT no fim no ano passado e a ideia, inicialmente, era que ela disputasse uma vaga na assembleia de São Paulo. Agora, no entanto, ela já é cotada para a chapa presidencial.

Suely chegou ao segundo turno da disputa à prefeitura de Ribeirão Preto em 2020 e foi derrotada pelo tucano Duarte Nogueira. Na época, ela concorreu pelo PSB e teve cerca de 90 mil votos

Cada vez mais isolado

Ciro não tem conseguido firmar alianças em torno da sua candidatura e está estacionado nas pesquisas com cerca de 8% das intenções de voto.

A esperança do PDT ainda se mantém em relação ao PSD, de Gilberto Kassab, que tentou lançar candidatos próprios, já flertou com Lula e com Bolsonaro, mas caminha para liberar os estados para alianças locais, sem compromisso nacional.

Outra aposta difícil de Ciro é o União Brasil, de Luciano Bivar - que lança nesta terça-feira (2) a sua pré-candidatura à Presidência.