Brasil terá recorde de patrocinadores nos Jogos Olímpicos de Paris-2024

O Comitê Olímpico do Brasil terá um recorde de patrocinadores nos Jogos Olímpicos deste ano, que serão disputados em Paris, durante os meses de julho e agosto. A informação foi confirmada por Gustavo Herbetta, diretor de marketing do COB, durante o episódio #178 do programa Mídia e Marketing, que foi ao ar ontem (22) - veja, acima, a entrevista.

Águia Branca, Aliança Francesa, Estácio, Grupo Águia, Havaianas, Hemmer, MaxRecover, Medley, Mormaii, New On, Peak, Riachuelo, SmartFit, Subway, Vivo, Voke e XP são as marcas que, até o momento, estarão com o Time Brasil nos Jogos Olímpicos deste ano. Herbetta também antecipou que, em breve, novas empresas serão anunciadas entre as patrocinadoras.

Sobre o que mais ele falou:

No papo, Herbetta ainda lista atletas que se tornaram influenciadores perfeitos para marcas e fala sobre a pulverização dos meios de transmissão. Veja os destaques:

Recorde de patrocinadores

Antigamente, o mercado anunciante desconhecia o produto. Hoje, concorremos com Big Brother e festivais de música, por exemplo. Mesmo assim, batemos o recorde de patrocinadores e fechamos com 13 marcas em 2023.
a partir de 1:59

Escândalos em outras gestões

A gente brinca que o 'COB tá on'. As marcas agora ligam para a gente e, às vezes, temos até que falar não para algumas. Isso passa pela implementação de um programa de gestão, ética e transparência, feito há alguns anos.
a partir de 3:48

Entregas comerciais

Montamos equipes parecidas com as que as marcas têm: atendimento, produção, criação, planejamento e análise de dados. O próximo passo é entregar bons resultados, mostrar a relevância para as marcas e conseguir medir isso. Estamos criando uma metodologia proprietária para mensurar esse retorno.
a partir de 6:01

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Novas modalidades

O grande objetivo da entrada de novas modalidades, como escalada e breaking, é conquistar a mente e o coração da nova geração, mas sem deixar de lado os valores olímpicos. O desafio é falar com essa nova geração e transformá-los em fã dos esportes.
a partir de 13:32

Fragmentação das transmissões

A pulverização dos meios de transmissão só nos beneficia. Nosso país é monocultural, esportivamente falando. É só futebol. Abrir isso é dar oportunidade para que mais gente possa transmitir e mais gente possa assistir. No Pan de 2023, por exemplo, conseguimos conversar com 75 milhões de brasileiros pela CazéTV.
a partir de 17:03

Atletas como influenciadores

Vivemos a melhor conjuntura astral para mudar o marketing esportivo no país. Temos uma geração jovem, carismática, que performa bem e que são ótimos influenciadores digitais. Por outro lado, as marcas não buscam só visibilidade: o patrocínio gera outros resultados, como notoriedade, propósito e ações de relacionamento, em prol da causa do olimpismo.
a partir de 21:12

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Busca pela audiência

Desde quando Brasil não ter o melhor jogador de futebol do mundo? Mas a gente tem a melhor ginasta do mundo. Não é que que o esporte olímpico não dá audiência: é que ele não tem espaço.
a partir de 24:23

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