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Fitch diz que recessão no Brasil será menos profunda e alerta para riscos pós-Brexit

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27 Jul (Reuters) - A agência de classificação de risco Fitch Ratings destacou nesta quarta-feira (27) que o cenário para o crescimento dos mercados emergentes parece ligeiramente melhor e afirmou que o Brasil deve ter recessão menos profunda em 2016.

"A estabilização dos preços globais de commodities está aliviando a pressão sobre os produtores de commodities", afirmou a Fitch em seu relatório Cenário Econômico Global, fazendo a mesma avaliação para a Rússia.

Em relação à China, a expectativa de crescimento em 2016 foi revisada para cima para 6,5%, após dados melhores do que o esperado.

A Fitch destacou ainda uma deterioração significativa no balanço de risco globais após a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, o que significa que os bancos centrais continuarão cautelosos e que a normalização da política monetária está ainda mais longe.

A decisão britânica deve amplificar a divergência na política monetária global que provocou o rali do dólar em meados de 2014, com os bancos centrais agora focados em impedir um aperto generalizado nas condições de crédito.

"A Fitch prevê que o Fed eleve os juros apenas uma vez em 2016 e duas em 2017 em comparação com previsão anterior em maio de duas altas em 2016 e três em 2017", disse o economista-chefe da Fitch, Brian Coulton.

"Na zona do euro, é cada vez mais provável que o BCE prorrogue seu programa compra de ativos além de março de 2017, mas pode ter que revisitar os critérios de eligibilidade do programa para isso", completou.

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