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    • Rio Grande do Sul [5107]; Brasil [5109];
    • Agronegócio [63711]; Comidas e Bebidas [63061]; Comidas e Bebidas - Bebidas [62935];
Fotos

A Serra Gaúcha reúne a maioria dos fabricantes de espumante do Rio Grande do Sul, Estado que produz quase 16 milhões de litros da bebida, o que corresponde a 90% do total nacional. Os espumantes mais valorizados são produzidos através do chamado método tradicional ou champenoise (lê-se "champenoáse"), criado em Champagne, na França. Clique nas fotos acima e saiba mais sobre o método, com informações do enólogo Luciano Vian e do sommelier Vinícius Santiago Gilmar Gomes/Divulgação Mais

A colheita das uvas na Serra Gaúcha vai de janeiro a março. O Rio Grande do Sul é o maior produtor de uvas, usadas para produzir espumantes, vinhos, vinagres e até cosméticos Gilmar Gomes/Divulgação Mais

A uva da variedade chardonnay é uma das mais usadas na produção de espumantes na Serra Gaúcha. Doce e de casca fina, ela veio da França para ser cultivada na região Silvia Tonon/Divulgação Mais

A uva pinot noir também está entre as mais utilizadas na fabricação de espumantes. A variedade é doce, de casca mais firme e originária da França; apesar de ser uma uva tinta, produz espumantes brancos, quando sua casca não é utilizada no processo Silvia Tonon/Divulgação Mais

Depois de colhidas, as uvas são encaminhadas à área industrial das vinícolas, onde chegam em caixas de 18 kg, já limpas e sem folhas ou galhos Gilmar Gomes/Divulgação Mais

As caixas trazidas das lavouras são colocadas em esteiras, que conduzem as uvas a um suporte de metal, onde são pesadas, e depois seguem para o processo de fabricação de espumantes Gilmar Gomes/Divulgação Mais

As uvas seguem para prensas de metal (à dir.), para a extração de suco e polpa, que formam o mosto; no interior das prensas, há uma espécie de lona que infla com a injeção de ar, esmagando as uvas. Esses equipamentos ainda separam as cascas. O mosto, que também serve para fazer vinhos não espumantes, é colocado em tanques, onde pode ficar de dez dias a quatro meses fermentando; para fazer espumante rosê, a casca de uvas dessa cor fermenta junto com o mosto, depois é retirada Priscila Tieppo/UOL Mais

No método tradicional de produção de espumante, a bebida passa por uma segunda fermentação dentro das garrafas. Para isso, o líquido fermentado em tanques recebe uma mistura de açúcar refinado e leveduras (fungos) e então é engarrafado em máquinas como a da foto Casa Valduga/Divulgação Mais

As garrafas contendo a bebida com açúcar e leveduras (fungos) são vedadas com uma peça de plástico (o bidule) e fechadas com uma tampa de metal (a corona). As leveduras são responsáveis por transformar o açúcar em gás carbônico, que resulta nas famosas bolhinhas, e em álcool Casa Valduga/Divulgação Mais

Depois de fechadas, as garrafas vão para as câmaras frias (foto), onde ficam por cerca de três meses fermentando a uma temperatura de 12ºC, em média. Este clima frio fará com que as leveduras trabalhem mais lentamente produzindo borbulhas pequenas. O passo seguinte é colocar as garrafas em caves com temperatura de 15°C, onde permanecem por cerca de nove meses, para que se conclua a fermentação e as leveduras morram por falta de açúcar Silvia Tonon/Divulgação Mais

Saindo das caves, as garrafas são colocadas inclinadas, com a boca voltada para baixo, em cavaletes de madeira chamados de pupitres. Elas ficam nessa posição para que os resíduos que se formam durante a fermentação se depositem no bidule, peça de plástico que veda a boca das garrafas Casa Valduga/Divulgação Mais

Para que os resíduos da fermentação desçam à boca, as garrafas são giradas em 90 graus (um quarto de volta) uma ou duas vezes por dia, de acordo com cada fabricante; esse processo recebe o nome de "remuage" Casa Valduga/Divulgação Mais

As garrafas são giradas diariamente no processo de "remuage", por cerca de 20 dias. Durante esse período, os resíduos descem para a boca da garrafa e se concentram ali. A temperatura do local deve ficar entre 12°C e 15°C Gilmar Gomes/Divulgação Mais

Retiradas dos pupitres, as garrafas são colocadas de cabeça para baixo em cubas como a da foto; o equipamento congela a extremidade da garrafa a 25°C negativos. Ao se retirar a tampa de metal, saem também gelo e resíduos congelados Priscila Tieppo/UOL Mais

Após a retirada dos resíduos, a garrafa é completada com o chamado licor de expedição, formado por mosto fermentado e açúcar. A quantidade de açúcar desse líquido vai definir o tipo do espumante: nature (até 3 g de açúcar por litro); extra brut (de 3,1 a 6 g por litro); brut (de 6,1 a 15 g); seco (de 15,1 a 20 g); demi-sec (de 20,1 a 60 g); e doce (acima de 60,1 g de açúcar por litro). As garrafas então recebem a rolha de cortiça e, sobre ela, a armação de metal (gaiola) Casa Valduga/Divulgação Mais

As garrafas com rolha tem a parte superior envolvidas por um papel laminado. Depois, recebem o rótulo que deve conter o nome das variedades de uva utilizadas, o tipo de espumante (brut, seco etc.), o teor alcoólico e a marca do produto Casa Valduga/Divulgação Mais

As bolhas do espumante são formadas pelo gás carbônico produzido durante a fermentação na garrafa. Quanto menores as bolhinhas, melhor é o vinho, de acordo com os especialistas Thinkstock Mais

Saiba como é feito espumante na Serra Gaúcha

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