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Assessor demitido a pedido de Bolsonaro é nomeado na Cidadania

Onyx Lorenzoni, ex ministro-chefe da Casa Civil - Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Onyx Lorenzoni, ex ministro-chefe da Casa Civil Imagem: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

13/03/2020 14h27

O ex-assessor especial do ministro Onyx Lorenzoni, na época da Casa Civil, Gustavo Chaves Lopes, foi nomeado hoje como Diretor de Programa na secretaria-executiva do Ministério da Cidadania, justamente para onde foi o ministro gaúcho ao deixar o Palácio do Planalto.

Chaves foi exonerado do cargo, segundo fontes palacianas, a pedido do próprio presidente Jair Bolsonaro, durante o episódio que culminou com a saída do então secretario-executivo de Onyx, Vicente Santini, por ter usado jatos da FAB na viagem a Davos.

No episódio, o auxiliar de Onyx, que cuidava da comunicação do ministro, irritou o presidente ao disparar mensagens de que não havia ilegalidade na conduta de Santini.

Segundo fontes palacianas, o retorno do auxiliar no governo não teria tido aval direto do presidente. Gustavo Chaves foi nomeado com um cargo DAS 5 e receberá um salário de R$ 13.623.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.