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Carla Araújo

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Auxílio de R$ 400: Governo descumpre promessa e não paga valor retroativo

Ministro João Roma participou do UOL Entrevista - Clauber Cleber Caetano/PR
Ministro João Roma participou do UOL Entrevista Imagem: Clauber Cleber Caetano/PR
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

18/01/2022 18h21

Apesar de o governo ter prometido que pagaria de forma retroativa a diferença para que o Auxílio Brasil fosse de no mínimo R$ 400 a partir de novembro, o ministro da Cidadania, João Roma, afirmou nesta terça-feira (18), em entrevista ao UOL, que o governo não vai conseguir honrar esse compromisso.

"Não, infelizmente [não vai pagar o retroativo de novembro]. A tramitação da PEC (dos precatórios) só se concluiu em dezembro", afirmou Roma.

O ministro disse que, em dezembro, o valor mínimo de R$ 400 foi pago e que agora em janeiro, além desse valor, estão sendo contempladas mais de 3 milhões de famílias no Auxílio Brasil, totalizando cerca de 17 milhões de famílias.

O auxílio de R$ 400 foi viabilizado pela PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos precatórios, enviada pelo governo e aprovada pelo Congresso. Com um furo no teto de gastos e adiamento de precatórios, a PEC gerou espaço para o governo pagar os R$ 400, mas apenas em 2022.

Apesar disso, Roma negou que a medida tenha caráter eleitoral. "Todas as ações do governo tem avaliação da população. Isso [Auxílio Brasil] amplia, obviamente, a aceitação do governo, consequência de uma política pública, o que é diferente de ação eleitoreira", afirmou Roma.