Só para assinantesAssine UOL

Bradesco (BBDC4) troca presidência e indica Marcelo Noronha para cargo

O Bradesco (BBDC4) informou nesta quinta-feira (23) ao mercado sobre uma mudança relevante na presidência. O Conselho de Administração, acatando recomendação do Comitê de Nomeação e Sucessão, promoveu Marcelo Noronha ao cargo de diretor-presidente da companhia.

A mudança na presidência do Bradesco (BBDC4) substitui Octavio de Lazari Junior, que segundo os termos do "caput" do Artigo 150 da Lei no 6.404/76, será recomendado para integrar o Conselho de Administração.

Segundo o Fato Relevante do Bradesco, publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), "a indicação de Marcelo decorreu da sua vasta experiência profissional adquirida ao longo de mais de 38 anos no mercado financeiro, 20 dos quais dedicados à Organização Bradesco."

Marcelo Noronha construiu sua carreira no Bradesco (BBDC4)

Natural de Recife, Pernambuco, o novo diretor-presidente do Bradesco, Marcelo de Araújo Noronha tem 58 anos de idade e uma história de mais de 38 anos no setor financeiro.

Sua carreira bancária começou em 1985, em sua cidade natal (Recife-PE), até ser transferido para São Paulo em 1994. Antes de ingressar no Bradesco, trabalhou na diretoria do banco espanhol Bilbao Vizcaya Argentaria Brasil (BBVA) até 2003, ano em que ele foi adquirido pelo Bradesco.

Ao longo de seus 20 anos trabalhando no banco, Marcelo ascendeu a todos os cargos da diretoria do Bradesco. Nos últimos 8 anos, atuou no cargo de diretor vice-presidente. Sua última área de responsabilidade foram os segmentos Varejo e Prime, além de Marketing, CRM, Vendas Digitais e bancos next e Digio.

Como vice-presidente, o executivo também assumiu áreas de Corporate, Bradesco Empresas, Bradesco BBI, Internacional e Câmbio, além das subsidiárias internacionais (Buenos Aires, Cayman, New York, Londres, Luxemburgo e Hong Kong) e as Corretoras Bradesco e Ágora.

Antes disso, atuou como vice-presidente responsável pelo Bradesco Cartões e a pelas empresas coligadas de meios de pagamentos. Foi membro dos Conselhos de Administração da Cielo (CIEL3), Alelo, Livelo e Elopar, e atuou como presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) por dois mandatos (de 2013-2017). É conselheiro da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.

Continua após a publicidade

É formado em Administração pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com especialização em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMED) e Advanced Management Program pelo Instituto de Estudios Empresariales (IESE) da Universidade de Navarra, em Barcelona.

Octavio de Lazari Junior se junto ao Conselho de Administração do BBDC4

Anterior a Noronha, o ex-presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, agora irá se juntar ao conselho de administração do banco. "Sua nomeação ao cargo de membro daquele órgão será tempestivamente divulgada ao mercado e submetida à homologação do Banco Central do Brasil", informou o Bradesco (BBDC4).

Nesta manhã, após a publicação, as ações do Bradesco (BBDC4)registravam uma alta de 3,12% na bolsa de valores, negociadas em torno de R$ R$ 16,22.

Este material foi elaborado exclusivamente pelo Suno Notícias (sem nenhuma participação do Grupo UOL) e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo nenhum tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco. Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

Veja também

Deixe seu comentário

Só para assinantes

As mais lidas agora