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Petrobras (PETR4), Americanas (AMER3) e Usiminas (USIM5) agitam mercado nesta terça-feira (12); veja mais destaques

A informação de que a Petrobras (PETR4) aprovou acordo judicial com a Eletrobras (ELET3) é um dos destaques desta terça-feira (12). 

Também está entre os destaques do mercado financeiro a Americanas (AMER3), após a Justiça indeferir o pedido do Banco Safra para anular o plano de recuperação judicial da companhia. 

A Usiminas (USIM5) também é destaque hoje, depois de decidir pelo 'desligamento temporário' do alto-forno 1 de Ipatinga (MG). 

Veja os destaques do mercado financeiro hoje:

Petrobras 

O conselho de administração da Petrobras (PETR4) aprovou um acordo judicial relativo à cobrança das diferenças de correção monetária e juros do empréstimo compulsório da Eletrobras (ELET3)

"Condicionado à homologação judicial, o acordo prevê o pagamento à Petrobras de R$ 1,2 bilhão em até 5 dias úteis após o trânsito em julgado da sentença que reconhece a autocomposição, o que trará um efeito positivo no resultado consolidado da companhia", disse a estatal.

Ainda de acordo com a Petrobras, a celebração desse acordo põe fim ao processo judicial iniciado em 2010, reduzindo custos com litígio e otimizando os recursos da companhia.

Americanas

O Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro indeferiu o pedido do Banco Safra para anular o plano de recuperação judicial da Americanas (AMER3). O Banco Safra foi o único dos bancos credores da Americanas a ficar fora de um acordo com a varejista firmado no final de novembro.

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Usiminas

A Usiminas (USIM5) informou nesta terça-feira (12) que decidiu pelo 'desligamento temporário' do alto-forno 1 de Ipatinga (MG). O equipamento tem capacidade para produzir 600 mil toneladas de aço por ano.

O desligamento do alto-forno 1 da Usiminas ocorre em meio aos custos gerados pela retomada da operação do maior alto-forno da companhia, o de número 3, além da forte concorrência de importações de aço no mercado interno.

Oi

A Oi (OIBR3) informou que a Justiça da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro deferiu a prorrogação do "stay period" pelo prazo de 90 dias. O stay period da Oi consiste na suspensão de ações e execuções existentes contra o devedor.

A decisão é semelhante a que já havia sido concedida no último dia 13 de setembro pela juíza Caroline Rossy Brandão Fonseca. Na época, a determinação havia atendido em parte o requerimento da companhia de telecomunicações, que havia solicitado a prorrogação do stay period por 180 dias, dada a complexidade de sua recuperação judicial.

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Pão de Açúcar

Em fato relevante, o Pão de Açúcar (PCAR3) informou que revisou seu plano de expansão e alterou suas projeções referentes ao período no qual pretende implementar seu plano de abertura de novas lojas.

O plano de expansão do GPA, divulgado no início de setembro, previa a inauguração de 300 novas lojas no período entre 2022 e 2024. Segundo a varejista, dessas 300 lojas, 121 já foram abertas até setembro de 2023 e 11 estão previstas para serem inauguradas no quarto trimestre de 2023, totalizando 132 novas lojas do Pão de Açúcar (99 de proximidade e 33 supermercados).

"O GPA decidiu rever o prazo final desse plano de 2024 para 2026, devido a considerações sobre a otimização do nível de investimentos da companhia, objetivando o melhor retorno possível para o acionista, dadas as condições de mercado mais recentes. Assim, devemos ter as 168 lojas remanescentes sendo inauguradas entre janeiro de 2024 e dezembro de 2026, sendo 151 de proximidade e 17 supermercados", afirma a empresa.

Neoenergia 

O conselho de administração da Neoenergia (NEOE3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 504,8 milhões. 

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Os novos JCP da Neoenergia se baseiam nos resultados do segundo semestre de 2023, apurados até 31 de dezembro de 2023. O valor por ação ordinária dos proventos será de R$ 0,41.O pagamento dos juros sobre capital próprio da Neoenergia será feito em dezembro de 2024. 

Fleury 

A Fleury (FLRY3) pagará R$ 144 milhões em Juros Sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas. O valor dos JCP da Fleury por ação será de R$ 0,26, que serão pagos em 28 de dezembro.

Apenas os investidores com ações da Fleury no dia 15 de dezembro terão direito a receber os rendimentos.

Bradesco

O conselho de administração do Bradesco (BBDC4) anunciou novo pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no valor total de quase R$ 7 bilhões.

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Os novos JCP do Bradesco serão divididos em dois pagamentos. O primeiro deles, de R$ 2 bilhões, vai ser distribuído em 2 de janeiro de 2024, e se refere aos JCP intermediários.

CCR

A CCR (CCRO3) divulgou que registrou crescimento de 8,3% no tráfego de veículos nas rodovias que administra durante o mês de novembro em comparação anual. 

Além disso, a BH Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de Confins (controlada indireta da CCR), receberá do governo federal R$ 28 milhões devido aos prejuízos causados pela pandemia de covid.

Os destaques do mercado financeiro do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia, como a Petrobras (PETR4), que deve estar no foco dos investidores ao longo do dia.

Este material foi elaborado exclusivamente pelo Suno Notícias (sem nenhuma participação do Grupo UOL) e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo nenhum tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco. Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

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