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Ata do Copom e PIB nos Estados Unidos: veja o que mais acompanhar ao longo da semana

Após uma semana agitada de indicadores, com decisões de juros no Brasil e exterior, a agenda da semana estará mais esvaziada, mas ainda com a divulgação de indicadores importantes. Por aqui, o destaque fica com a Ata do Copom, apresentada pelo Banco Central (BC), e nos Estados Unidos, os investidores ficam atentos aos dados do PIB do terceiro trimestre.

Nesta segunda-feira (18), serão apresentados os dados semanais do boletim Focus, do Banco Central (BC), que incluem dados de IPCA. Além disso, divulgam-se os indicadores semanais IPC-S, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), dados da sondagem industrial realizada pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), além da balança comercial pela Secex.

Na terça (19), o destaque fica para a Ata do Copom, que vai reforçar os pontos apresentados no comunicado que acompanhou a última decisão de juros do Banco Central, além de perspectivas sobre o cenário que a autoridade monetária considera para os próximos passos da economia.

Ainda na terça-feira, o mercado conhecerá outra sondagem da CNI, sobre indústria da construção com dados de dezembro, e monitor do PIB de outubro, da FGV.

Já na quarta-feira (20), a fundação apresenta os dados de indicador de comércio exterior de novembro, enquanto o BC trará o índice IBC-Br de atividade econômica de outubro, além dos números semanais de fluxo cambial. No mesmo dia, a CNI divulga dados de resultados setoriais de dezembro.

Na quinta-feira (21), o BC divulga o relatório trimestral de inflação, e na sexta-feira (22), será conhecida a sondagem do consumidor, elaborada pela FGV, enquanto o BC apresenta IDP e transações correntes de novembro.

Agenda da semana no exterior

No exterior, o destaque fica por conta da divulgação do PIB dos EUA, na quinta-feira (21), referente ao terceiro trimestre. A expectativa do mercado é de crescimento de 5,2% na base sequencial.

Antes, na segunda-feira (19), o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), apresenta a sondagem de negócios de dezembro e o índice de confiança do consumidor dos EUA. Na quarta-feira (20), serão divulgados os dados de transações correntes do terceiro trimestre e confiança do consumidor de dezembro pelo Conference Board

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Na quinta-feira (21), além dos dados semanais de pedidos de auxílio desemprego, será apresentado o índice de atividade do Fed Filadélfia. No mesmo dia, o Conference Board realizará a divulgação de indicadores antecedentes, com dados de novembro.

Por fim, na sexta-feira (22), o mercado conhecerá dados de rendimento pessoal em novembro nos EUA.

No restante do globo, a agenda da semana ficará mais esvaziada. Na segunda (18), ocorre a divulgação do clima de negócios de dezembro na Alemanha e a decisão de política monetária do Banco Central do Japão.

Na terça (19), a zona do Euro apresenta seu índice de preço ao consumidor de novembro, e na quarta (20), divulga seus dados de confiança do consumidor de dezembro.

Também na quarta-feira, a Alemanha trará o índice de preço ao produtor, com dados de novembro, e por fim, na sexta-feira, será divulgado o PIB do Reino Unido do terceiro trimestre.

Este material foi elaborado exclusivamente pelo Suno Notícias (sem nenhuma participação do Grupo UOL) e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo nenhum tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco. Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

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