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Maior central sindical da Argentina confirma protesto contra o governo

Buenos Aires, 16 ago (EFE).- A Confederação-Geral de Trabalhadores da Argentina (CGT), a maior central sindical do país, confirmou nesta quarta-feira que organizará na próxima terça-feira um protesto em Buenos Aires contra as políticas econômicas promovidas pelo presidente Mauricio Macri.

O responsável pelo Sindicato dos Caminhoneiros, Pablo Moyano, informou à imprensa local que os trabalhadores também avaliarão no protesto, marcado para a emblemática Praça de Maio, a possibilidade de iniciar uma nova greve geral no país.

A mobilização já tinha sido aprovada há mais de um mês caso o governo de Macri não ouvisse as reclamações dos sindicalistas que, segundo Moyano, são "bastante conhecidas".

Outro dos motivos do protesto são os aumentos dos preços dos produtos da cesta básica e dos medicamentos.

A CGT também questiona a inflação no país, que ainda é de cerca de 17%, de acordo com Moyano, a insegurança e a abertura indiscriminada da economia para produtos estrangeiros.

"Acredito que ainda haja muita rejeição por grande parte da sociedade, que não está sendo atingida ou está sendo prejudicada por esse modelo econômico", disse Moyano sobre as políticas de Macri.

Além da CGT, os trabalhadores demitidos da Pepsico também propuseram hoje uma mobilização de todos os sindicatos, comissões e organizações sociais que desejem promover um movimento contra os ajustes e as demissões no país.

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