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Governo Trump diz que chegou a acordo em princípio com o Brasil sobre aço

Victor Rezende

São Paulo

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, emitiu comunicado na noite desta segunda-feira, onde afirma que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a acordos em princípio com o Brasil, a Argentina e a Austrália em relação às tarifas de importações sobre aço e alumínio importados pelos EUA. De acordo com Sanders, "os detalhes serão finalizados em breve".

Na comunicado, a Casa Branca aponta que os acordos ressaltam a estratégia bem-sucedida do governo Trump para "alcançar resultados juros com os aliados" com a finalidade de proteger a segurança nacional americana e de enfrentar os desafios globais das indústrias de aço e de alumínio. Sanders também lembrou que o governo Trump chegou a um acordo final com a Coreia do Sul sobre as importações de aço, cujos detalhes foram anunciados anteriormente pelos governos dos dois países.

Além disso, o governo Trump também estendeu as negociações com o Canadá, o México e a União Europeia por mais 30 dias. "Em todas essas conversas, o governo está focado em cotas que restringirão as importações, impedirão o transbordo e protegerão a segurança nacional", disse Sanders.

Inicialmente, os EUA impuseram tarifas mundiais de 25% sobre suas importações de aço e de 10% sobre o alumínio, mas isentaram temporariamente diversos aliados, em uma decisão cujo prazo se encerraria nesta terça-feira, 1º de maio. Esse adiamento, no entanto, foi prolongado em um mês.

No memorando em que determina a extensão das isenções, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que determinou os meios necessários e adequados para enfrentar a ameaça à segurança nacional representada pelas importações de aço e de alumínio da Argentina, da Austrália e do Brasil. De acordo com ele, as discussões obre o assunto "serão mais produtivas se os produtos desses países permanecerem isentos das tarifas, até que os detalhes possam ser finalizados e implementados".

Trump disse ainda que, como os EUA concordaram em princípio com esses países, "não é necessário definir uma data de expiração para as isenções. No entanto, se os meios alternativos satisfatórios não forem finalizados em breve, considerarei uma nova imposição das tarifas".

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