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Maia: União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Mercosul

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na comissão especial da reforma da Previdência - Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na comissão especial da reforma da Previdência Imagem: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Francisco Carlos de Assis e André Ítalo

São Paulo

26/08/2019 14h47

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira, durante discurso na Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB), que a União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Mercosul e que está certo de que este "mal-estar momentâneo será superado".

De acordo com Maia, se o Brasil quiser trilhar o caminho do desenvolvimento precisará cultivar a cooperação com os europeus. O parlamentar voltou a frisar que a Câmara resolveu criar a Comissão para Mudanças Climáticas.

Maia enfatizou e defendeu a importância do Acordo de Paris para a preservação do meio ambiente. "Buscaremos ser mais ativos na diplomacia parlamentar. O Brasil não pode ser refém do radicalismo ideológico", alfinetou o presidente da Câmara, para quem "não podemos tratar parceiros internacionais como ameaça".

O presidente da Câmara disse que o Brasil não pode regredir para o modelo de desenvolvimento econômico dos anos 1960 e que o meio ambiente não pode ser devastado sob a justificativa do desenvolvimento regional da Amazônia.

"O capital em defesa do meio ambiente de respeito e credibilidade será defendido", disse o presidente da Câmara. No momento, os dois países que mais contribuem financeiramente para o Fundo da Amazônia - Noruega e Alemanha - suspenderam suas doações por entenderem que o governo brasileiro não tem se empenhado para defender a floresta amazônica.

"Não há nenhum interesse do Brasil em atacar o acordo de Paris, que nos beneficia", disse o deputado sob aplausos dos empresários franceses.