Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira tomam posse na terça-feira, 2, como diretores do BC

Os economistas Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira irão tomar posse como diretores do Banco Central na próxima terça-feira, 2, informou na sexta-feira, 29, a instituição. Em nota, o BC também comunicou uma mudança na designação da diretoria colegiada do órgão. Embora Teixeira tenha sido indicado originalmente para substituir o diretor Maurício Moura na Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, o novo integrante do BC indicado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá ocupar a diretoria de Administração.

Hoje o cargo é de Carolina Barros, que, a partir do dia 2, ficará com a Diretoria de Relacionamento. De acordo com o Banco Central, a alteração foi promovida "em total consonância e com a concordância unânime" de toda a diretoria, e atende ao disposto no Regimento Interno do BC.

"O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, comunica ao mesmo tempo uma alteração na designação da Diretoria Colegiada. A partir de 2 de janeiro de 2024, a diretora de Administração, Carolina Barros, passará a ocupar a Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta em substituição ao atual diretor Maurício Moura, cujo mandato encerra-se em 31 de dezembro de 2023", apontou o BC.

Já o economista Paulo Picchetti substituirá Fernanda Guardado na Diretoria de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, conforme inicialmente previsto.

Os mandatos de Piccheti e Texeira como diretores do BC se estenderão até 31 de dezembro de 2027, podendo ser renovados por mais quatro anos, como previsto na Lei de Autonomia do BC.

"A Direção do BC externa o agradecimento ao trabalho desenvolvido por Fernanda Guardado e Maurício Moura ao longo de seus respectivos mandatos como diretores do BC. Em todo momento, atuaram com dedicação integral e sempre buscando o máximo de excelência tanto pessoal como de suas equipes. Deram contribuições fundamentais para manter o alto nível das entregas feitas pelo BC para a sociedade", afirmou a instituição.

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