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Juros futuros registram alta na sessão desta sexta-feira

As taxas de DI dos contratos mais negociados tiveram alta moderada nesta sexta-feira, mas acumularam baixa na semana, marcada pela melhora da percepção para o ajuste fiscal. Hoje, porém, os mercados resolveram dar uma pausa, o que fica evidente no volume de negócios, o menor em mais de um mês.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2019 tinha taxa de 7,110% ao ano (7,120% no ajuste anterior).O DI janeiro/2020 subia a 8,370% (8,340% no último ajuste).


O DI janeiro/2021 ia a 9,220% (9,180% no ajuste de ontem).E o DI janeiro/2023 tinha alta para 10,040% (9,980% no ajuste anterior) -caiu 5 pontos-base na semana, a segunda seguida de baixa.


Apesar da má impressão causada pelo jantar a parlamentares oferecido pelo presidente Michel Temer (PMDB), que contou com bem menos presentes que o esperado, a semana se encerra com a sensação de que o governo conseguiu avançar nos esforços de retomar a discussão sobre a reforma. Sinais de alguma proximidade entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o Palácio do Planalto, e de uma possível reforma ministerial que agrade ao Centrão renovaram expectativas sobre a aprovação de demandas mínimas sobre a reforma da Previdência.


A melhora do ambiente internacional também foi importante para a dinâmica dos preços ao longo da semana. O dólar cai 1% na semana, enquanto ativos de risco no mundo todo recuperaram parte das perdas recentes.


Ainda assim, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reiterou alerta sobre a duração do cenário favorável a emergentes. "O momento é de perseverar nas reformas e ajustes, essenciais para crescimento sustentável e baixa inflação", disse em evento em São Paulo.


Para a próxima semana, será importante avaliar as estimativas para o IPCA 2018 a virem no relatório Focus do BC, na segunda-feira. Dados de inflação (IGP-M), do setor industrial, ambos na quarta, de desemprego (na quinta) e do PIB do terceiro trimestre (sexta-feira) também são destaque.


Menos de 700 mil contratos de DI foram negociados até por volta das 16h30, o que coloca esta sexta-feira a caminho de se tornar o dia mais fraco em volume de negócios desde 18 de outubro, quando 742.810 contratos trocaram de mãos.

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