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Fotos

Em março de 2014, tem início a operação Lava Jato, conduzida pela Polícia Federal (PF). A operação começou investigando grupos criminosos que usavam uma rede de lavanderias e postos de combustíveis para movimentar dinheiro ilícito, mas se expandiu: identificou desvio e lavagem de dinheiro envolvendo diretores da Petrobras, as principais empreiteiras do país e políticos brasileiros. Na foto, o juiz federal do Paraná Sérgio Moro, responsável pelas ações penais nos casos que não envolvem políticos Ricardo Borges/Folhapress Mais

Foto mostra a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, comprada pela Petrobras em 2006. O Tribunal de Contas da União condenou 11 diretores da estatal, em julho de 2014, por irregularidades na compra que causaram prejuízo de US$ 792 milhões (R$ 2,04 bilhões) Divulgação/Clui.org Mais

Em fevereiro de 2015, foi instaurada uma CPI Mista (Câmara e Senado) para investigar as mesmas suspeitas de corrupção em contratos da Petrobras apuradas pela Lava Jato. A CPI foi encerrada em outubro de 2015, sem grandes avanços Ed Ferreira/Folhapress Mais

O então presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, assumiu o lugar de Graça Foster no comando da Petrobras em fevereiro de 2015. Eleito pelo Conselho de Administração, Bendine não foi bem recebido por investidores e analistas, que consideraram uma indicação política Luis Ushirobira/Valor Mais

Após dois adiamentos, a Petrobras finalmente divulgou, em abril de 2015, seus balanços do terceiro e do quarto trimestre de 2014 auditados pela consultoria PricewaterhouseCoopers. O prejuízo da estatal em 2014 foi de R$ 21,6 bilhões, já contando as perdas com corrupção (R$ 6,2 bilhões) e a reavaliação de negócios antes superfaturados (R$ 44,3 bilhões) Luiz Souza/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais

O então presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Murilo Ferreira, renunciou ao cargo em novembro de 2015. Ferreira, que também é presidente-executivo da mineradora Vale, estava licenciado do cargo desde setembro. Sua saída, no entanto, já era esperada por causa de conflitos com a gestão da petroleira e diante de uma crise na mineradora que preside Cecilia Acioli/Folha de S. Paulo Mais

Ao longo de 2015, a Petrobras perdeu o selo de bom pagador pelas três principais agências de classificação de risco. A primeira a rebaixar a estatal foi a Moody's, em fevereiro. Em setembro, foi a vez da Standard & Poor's e, em dezembro, da Fitch. A operação Lava Jato e o alto endividamento da petroleira foram os principais motivos que levaram à perda do chamado grau de investimento Arte/UOL Mais

A Petrobras encerrou 2015 com 28 ações judiciais individuais abertas nos Estados Unidos, além de uma ação coletiva. Os processos têm alegações semelhantes. A Petrobras teria burlado as regras do mercado acionário dos EUA ao não divulgar corretamente aos investidores o esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. A empresa teria superfaturado bens para esconder pagamento de propinas e, quando as denúncias vieram a público, suas ações despencaram, causando prejuízo aos investidores Karen Bleier/AFP Mais

Com o preço do petróleo em baixa, as ações da Petrobras na Bovespa despencaram. Em janeiro de 2016, as ações preferenciais da estatal, que dão prioridade na distribuição de dividendos, caíram abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde 2003 Tony Gentile/Reuters Mais

No início de 2016, a Petrobras cortou US$ 32 bilhões de seu plano de investimentos para o período entre 2015 e 2019 (de US$ 130,3 bilhões para US$ 98,4 bilhões). Segundo a estatal, o corte foi necessário para adequar os gastos da companhia ao cenário de queda dos preços do petróleo no mercado internacional e à alta do dólar Carol Carmo/Agência O Dia/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Mais

Entre as empresas que fazem parte do principal índice da Bolsa brasileira (Ibovespa), a Petrobras foi a que registrou a maior perda de valor de mercado em valores absolutos desde seu ápice, segundo levantamento da consultoria Economatica. O melhor momento para a Petrobras foi em 21 de maio de 2008: a estatal chegou a ser avaliada em R$ 510,3 bilhões. Em 18 de janeiro de 2016, a petroleira passou a valer R$ 73,7 bilhões --uma queda de R$ 436,6 bilhões ou 85,55%, segundo a consultoria Thinkstock Mais

Em 28 de janeiro de 2016, a Petrobras anunciou uma reestruturação interna com o objetivo de economizar R$ 1,8 bilhão por ano. As mudanças incluem o corte de cargos gerenciais, a fusão de algumas áreas e a centralização de atividades Paulo Whitaker/Reuters Mais

Nove anos após a euforia com a descoberta do pré-sal, em 2007, a indústria petrolífera brasileira já não está tão entusiasmada. A reserva de petróleo era a esperança do país para investir em infraestrutura e desenvolvimento, em uma época em que o barril do petróleo estava em alta. Com o preço da matéria-prima despencando, ficaram em xeque os planos do país e da petroleira Shutterstock Mais

A Petrobras e a operação Lava Jato

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