O calor intensifica o consumo de energia elétrica em casa e o ar-condicionado é responsável por um desses gastos adicionais.
A depender do consumo de cada família, a utilização de refrigeradores de ar em um período diário de seis a oito horas pode significar um acréscimo de até 20% na conta de energia.
Para evitar surpresas indesejadas na conta de luz, o UOL ouviu especialistas que indicam as melhores medidas na redução do consumo de energia elétrica com ar-condicionado.
A diferença no consumo entre ar-condicionado de nível A e E, pelos critérios de classificação do Inmetro, pode ter um impacto de até 30% a mais na conta de luz.
Opte por modelos com o nível A do Inmetro e com o sistema de operação inverter (inversor, em inglês), que possuem tecnologia avançada para a redução no consumo de eletricidade.
Instale cortinas e feche portas e janelas para que a temperatura fique em 24°C ou 25°C.
Essas medidas dão conforto térmico e evitam que os aparelhos trabalhem em sua capacidade máxima.
O ar-condicionado certo varia de acordo com o tamanho do local, o número de pessoas e até a existência de equipamentos eletrônicos, como TVs.
É preciso cuidado também com a tubulação por onde circula o gás de refrigeração, que deve estar completamente vedada.
Isso tudo aumenta a produção de calor e exige mais do aparelho. No entanto, existem formas mais baratas para melhorar o conforto térmico nas residências.
O sombreamento de paredes externas com toldos e plantas e a ampliação da circulação de ar pelos imóveis podem ser medidas que minimizem o calor no interior dos imóveis.
Outro mecanismo de baixo custo pode ser a aquisição de ventiladores de ar com sistemas de gotejamento de água.
A pintura de telhados na cor branca, que reflete parte da luz do sol, também ameniza a penetração do calor nas residências.