PUBLICIDADE
IPCA
0,26 Jun.2020
Topo

Coluna

Carla Araújo


Onyx: Clientes com dívida em banco não serão descontados ao receber auxílio

23.mar.2020 - Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em videoconferência com governadores do Nordeste - Isac Nóbrega/PR
23.mar.2020 - Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em videoconferência com governadores do Nordeste Imagem: Isac Nóbrega/PR
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

07/04/2020 16h05Atualizada em 27/04/2020 12h49

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou há pouco que não vai haver nenhum tipo de débito na conta de quem receber os R$ 600 e estiver, eventualmente, com dívidas no banco. Segundo o ministro, foi firmado um acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que possibilitou que parcela recebida de auxílio emergencial "fique intacta".

"Se está devendo R$ 200 esse dinheiro não vai ser debitado. A cada parcela recebida ele ficará intacto", disse o ministro, ressaltando que a ajuda do governo aos informais é para situações básicas de sobrevivência, como a alimentação.

Onyx afirmou ainda que o acordo com a Febraban contou com a participação também do Banco Central e permitiu um ajuste para que o não haja débito nos R$ 600 que serão creditados.

A declaração no ministro acontece depois de que foram verificados o aparecimento de alguns avisos no aplicativo de que o cliente poderia ter alguma parcela de débito descontada dos R$ 600. Os técnicos da Caixa explicaram que o aviso será excluído na atualização de hoje à noite.

Febraban confirma acordo

Em nota, a Febraban explicou que fez um acordo com os bancos para que os valores sejam depositados em uma conta separada da conta principal do beneficiário, mas vinculada a ela. "Assim, os recursos poderão ser movimentados usando os mesmos cartão e senha da conta principal, sem que haja risco de que sejam realizados débitos indevidos sobre o valor do auxílio emergencial", justificou a entidade.

Além disso, as instituições financeiras também firmaram um acordo com o governo para que não sejam cobradas tarifas de DOC ou TED sobre essa transferência.

Carla Araújo