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Carla Araújo

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Taxa mais cara na conta de luz deve continuar até abril, diz ministro

O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque em pronunciamento - Reprodução
O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque em pronunciamento Imagem: Reprodução
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

18/10/2021 12h12

Mesmo depois de o presidente Jair Bolsonaro afirmar que determinaria que o ministério de Minas e Energia acabasse com bandeira de escassez hídrica a partir do mês que vem, o titular da pasta, Bento Albuquerque, nega que essa decisão já está tomada.

"A bandeira em vigor é a da escassez hídrica que, a princípio, vigorará até o final de abril", disse o ministro à coluna.

Bento ponderou que é preciso aguardar o volume de chuvas nos próximos meses já que qualquer determinação neste sentido "dependerá da evolução situação hídrica".

A bandeira de escassez hídrica passou a valer no começo de setembro para a conta de luz e representa um aumento de quase 50% em relação à bandeira vermelha patamar 2, que estava sendo aplicada no mês anterior.

Na última sexta-feira (15), o ministro participou de uma reunião com o grupo emergencial criado pelo governo para monitorar a crise hídrida, a Creg (Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética).

"Mantivemos as mesmas medidas para a garantia do fornecimento de energia para os consumidores", disse Bento Albuquerque.

Após a reunião, o ministério soltou uma nota contrariando o presidente e afirmou que "apesar do aumento das chuvas, a situação ainda requer atenção".

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