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Cepal: América Latina se contrairá 0,9% em 2016

Santiago, 12 Out 2016 (AFP) - O crescimento da América Latina se contrairá este ano 0,9%, arrastada pelas quedas do preço do petróleo no Brasil, Venezuela, Equador e Argentina, mas uma melhora no preço das commodities permitirá uma expansão de 1,5 em 2017, afirma a Cepal.

As cifras revisadas pela Cepal supõe uma leve baixa em relação à primeira estimativa do final de julho passado, quando o organismo projetou uma queda de 0,8%.

Brasil, a maior economia regional, se contrairá 3,4% este ano, enquanto que na Venezuela a contração será de 8%, no Equador de 2,5% e na Argentina de 1,8%.

Os países sul-americanos acusam uma maior deterioração econômica, afetados principalmente por uma queda em seus intercâmbios, uma menor demanda externa e uma importante desaceleração da demanda interna, que reflete uma significativa queda no investimento doméstico.

Já as projeções para 2017 "dão conta de um ambiente global que se prevê mais auspicioso que o de 2015 e 2016", explicou a Cepal, um organismo técnico das Nações Unidas com sede em Santiago.

"No próximo ano, os preços das matérias-primas evidenciarão melhorias em relação aos níveis médio de 2016 e se espera que o crescimento dos sócios comerciais dos países da região seja maior".

As economias da América do Sul, especializada na produção de bens primários, em especial petróleo, minérios e alimentos, registrarão um crescimento médio em 2017 de 1,1%, que contrasta com a contração especada de 2,2% em 2016.

Para as economias da América Central, se espera uma taxa de crescimento de 4%, contra 3,7% projetados para 2016.

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